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Sindicatos querem investigação rígida no assassinato de papiloscopista

15/08/2017 07h50

O crime aconteceu na madrugada deste domingo (13), em um ônibus de viagem que circulava dentro daquele município.

Douradosnews

Em nota divulgada na tarde desta segunda-feira (14), o Sindicato dos Papiloscopistas e Peritos Oficiais de MS e o Sindicato dos Policiais Civis de MS se manifestaram sobre o homicídio do papiloscopista Jones Regiori Borges,38, ocorrido neste domingo (13), em Naviraí.

O posicionamento é que exigirão “a apuração das investigações para que a situação seja corretamente esclarecida, especialmente na questão do excesso na suposta legítima defesa”.

Outro ponto destacado é que “mesmo que as notícias divulgadas relatem que a vítima poderia, ter iniciado a contenda, ainda não se sabe exatamente o que de fato aconteceu para que o PM sacasse uma arma e disparasse tiros contra o perito, sendo de conhecimento entre todos os colegas que Jones era um cidadão honrado na vida profissional e pessoal, além de ter ótima conduta”.

O papiloscopista lotado na Polícia Civil de Naviraí foi morto pelo policial militar Vagner Nunes Pereira,30, da mesma cidade. O crime aconteceu na madrugada deste domingo (13), em um ônibus de viagem que circulava dentro daquele município.

Conforme o Jornal da Nova, Jones Regiori Borges estava com sinais de embriaguez no ônibus, quando, o cabo da Polícia Militar deu voz de prisão ao papiloscopista.

O delegado Regional Claudineis Galinari, afirmou ao Jornal da Nova que “Ambos não se conheciam e o PM não sabia que o papiloscopista era policial civil e viu que estava armado e tentando sacar a arma, foi onde houve os três disparos a queima roupa”. O perito morreu na hora.

O PM que está há mais de 11 anos na corporação, após o crime foi ouvido e liberado. Ele está afastado da função e vai responder a inquérito na corporação sobre a conduta, sendo que passará por avaliação psicológica para constatar se está apto a voltar ao trabalho.

Papiloscopista foi morto a tiros em ônibus - Foto Divulgação

Sindicatos querem investigação rígida no assassinato de papiloscopista