29/11/2013 07h30
Zagallo chegou no fim da tarde no velório e muito emocionado, lembrou dos anos que passou ao lado do amigo no Botafogo
Terra
O corpo do ex-jogador da Seleção Brasileira e do Botafogo, Nilton Santos, foi sepultado na tarde de ontem quinta-feira (28), no cemitério São João Batista, sob aplausos de cerca de 200 pessoas. O velório começou na noite de quarta-feira no salão nobre da sede do clube, em General Severiano e chegou ao cemitério sob gritos de “ah, é Nilton Santos”, “Bimundial”, o hino do Botafogo e cantos da torcida.
O ex-técnico e ex-jogador Zagallo, tetracampeao mundial, chegou no fim da tarde no velório de Nilton Santos. Muito emocionado, ele lembrou dos anos que passou ao lado do amigo no Botafogo e na Seleção Brasileira. “Todos têm a sua hora. Foi uma pessoa maravilhosa. Se jogasse hoje seria o mesmo futebol moderno que jogava. Era a enciclopédia do futebol,” disse, lembrando que aos 40 anos ele mudou da lateral para a zaga com a mesma categoria e elegância.
O capitão do tri, Carlos Alberto Torres, lembrou de quando começou a jogar pelo Fluminense e enfrentou Nilton Santos pelo Fluminense. “O caráter, a hombridade foram qualidades que eu segui na minha vida” disse Torres, que se orgulha de em 1998 ter sido homenageado pela Fifa na seleção do século como melhor lateral direito, e Nilton Santos na esquerda. Pelé e Garrincha também foram homenageados.
Pelo velório passaram ainda nomes de glória do clube como Amarildo, Jair Marinho, Roberto, Carlos Roberto, Jairzinho entre outras personalidades do clube, dirigentes e muitos torcedores com a camisa do clube. Cerca de 400 pessoas passaram pelo velório do eterno camisa 6 e tido como um dos melhores laterais esquerdos da história do futebol mundial.


