Desde 2022, Alvinho tem sido acompanhado pela equipe do projeto Tamanduá-bandeira.
O projeto Tamanduá-bandeira celebra os quatro anos de observação e acompanhamento do Alvinho. Conhecido por sua condição genética, o albinismo, o animal tem escurecido no decorrer desses 48 meses, e o projeto revela o motivo.
Desde 2022, Alvinho tem sido acompanhado pela equipe do projeto Tamanduá-bandeira. “Aprendemos muito sobre sua vida, seu desenvolvimento e os desafios que ele enfrenta”, comentou a organização sobre o único tamanduá-bandeira albino catalogado no mundo.
Aliás, algumas das curiosidades já descobertas sobre Alvinho têm a ver com a sua pelagem. O projeto demonstrou que, no decorrer dos anos, os pelos do comedor de formigas acabaram ficando escuros.
Questionados se seria por mutação genética ou natural, os profissionais do Projeto Bandeiras e Rodovias, do Icas (Instituto de Conservação de Animais Silvestres), contaram que, “com o tempo, percebemos que, por ele dormir diretamente no chão, sua pelagem vai escurecendo gradualmente”.
Embora Alvinho ainda se mantenha mais claro que outros exemplares de sua espécie, o instituto também destacou que o escurecimento natural tornou, por consequência, sua camuflagem “ainda mais eficiente”.
A fim de compartilhar tudo sobre o dia a dia do Alvinho, o projeto Tamanduá-bandeira fez questão de incluir os admiradores do tamanduá e da fauna nos próximos conteúdos que serão compartilhados sobre ele.
Por isso, o projeto abre um espaço para que os seguidores enviem suas perguntas.
Fonte: Midiamax

