A fuga aconteceu na madrugada de segunda-feira, dia 24
26/12/2018 06h – Por: Tião Prado
A fuga da estudante brasileira Maria Angélica Galdino da clinica aconteceu por volta das 5h30min de segunda-feira, dia 24 de dezembro, quando os médicos faziam a troca de turnos e o doutor responsável pelo atendimento da jovem foi até o seu apartamento para fazer a medicação.
De acordo com informações de autoridades do Judiciário do Paraguai, no caso de abandono de incapaz, crime praticado pela estudante Maria Angélica Galdino, a pena é de até 10 anos de reclusão em regime fechado, o que passaria acontecer logo após o julgamento e a jovem receber alta da clinica em que estava internada.
Entenda o caso
O bebê foi encontrado no dia 6 de dezembro, em uma rua em Pedro Juan Caballero, município vizinho a Ponta Porã. A mãe dele, a estudante de medicina Maria Angélica Galdino, ficou internada em uma clinica particular no Paraguai. Ela teve a prisão decretada pelo Ministério Público Paraguaio, por abandono de incapaz.
A jovem teria se arrependido do abandono e avisou a família, que mora em Goiás, sobre a situação. A mãe e irmãos dela vieram até o Paraguai, entraram em contato com o Ministério Público, disseram que ela estava com transtorno psicológico e que irá se apresentar quando recebesse alta.
O bebê ficou com uma família paraguaia, em seguida após a vinda de da mãe da estudante a fronteira, a senhora Angelina Pereira Rosa Guilarde, que entrou em contato com as autoridades do Consulado brasileiro que indicou um advogado que ajudou no caso, e após apresentar as provas pedidas pela justiça paraguaia, como certidão de nascimento e alguns exames, autorizou que dona Angelina Pereira conseguisse trazer de volta pra o Brasil a criança.
A estudante Maria Angélica Galdino, após receber alta foi encaminhada a uma delegacia de policia e em seguida para a clinica que estava internada em Pedro Juan Caballero, até conseguir fugir na madrugada de segunda-feira (24).



