29/10/2015 14h30
Aqui vão os estresses diários que muitas pessoas altas jamais entenderão
Exame
Já não é segredo para ninguém que as mulheres se desenvolvem com alturas diferentes.
Isso significa que, se a média de altura das brasileiras é de 1,61 metro, muitas encontram-se abaixo desta medida.
Tudo bem que existem lá as suas vantagens em ser baixinha (se jogar nos saltos altos tranquilamente é uma delas).
Mas também existem algumas realidades dolorosamente estranhas e, francamente, irritantes, que nós, baixinhas, enfrentamos todos os dias.
Aqui vão os estresses diários que muitas pessoas altas jamais entenderão:
- Espelhos de banheiro irritantemente pendurados no alto são alguns de nossos piores pesadelos.
Hora dos donos dos estabelecimentos cogitarem um banquinho de apoio.
- “Quanto você tem de altura?” é sempre a primeira pergunta que as pessoas fazem assim que te conhecem.
Primeiramente, “prazer em conhecê-lo também!”.
- Em seguida, você precisa lidar com a cara de espanto das pessoas, assim que você revela a sua atura.
Existem pessoas baixas no mundo. Não existe nada de novo nisso, pessoal.
- Os armários superiores de sua cozinha são territórios intocáveis.
(Problemas de uma garota pequena. Cozinhar exige planejamento já que é preciso escalar a pia.)
- As pessoas sempre perguntam sobre o quão pequeno os seus pés são.
E isso é especialmente irritante quando você nem sequer tem um pé pequeno.
- Os seguranças da balada te encaram, exigem o RG e ainda analisam o documento por longos minutos.
Enquanto isso, os seus amigos já estão no bar pegando uma bebida.
- Continua parecendo que você ainda está no colégio, mesmo tendo se formado há anos na faculdade.
As pessoas sempre custam a acreditar que você já passou dos 20 anos.
- Calças.
Você sempre tem que fazer a barra, dobrá-la ou simplesmente desistir completamente de comprar dadas as diversas reformas necessárias.
- Esta pergunta: “Onde você compra roupa para o seu tamanho – na seção infantil?”
Sim, às vezes, nós realmente compramos na seção infantil. E economizamos uma grana com isso. Beijos.
-
As pessoas decidem te carregar no colo sem a sua permissão.
-
Quando não, te dão aqueles tapinhas IRRITANTES na cabeça.
NÓS NÃO SOMOS CRIANÇAS.
- Show.
Prepare-se para pular ou tentar encontrar uma brecha o tempo inteiro entre o pescoço das pessoas da frente.
Ah, e alguém sempre vai vir te perguntar se você quer subir no ombro dele. NÃO, OBRIGADA.
- Relacionado: Sempre terá a cabeça de alguém bloqueando a sua visão no cinema.
Você chega até a pensar em se sentar na primeira fileira, por pior que seja.
- Você tem que colocar o banco do carro lá na frente para alcançar os pedais. Quando não, ainda precisa se esticar um pouquinho para conseguir encostar completamente os pés neles.
A luta é real. E quando deixa o carro no estacionamento, ainda é obrigada a acertar tudo de novo, porque o manobrista sempre desajusta tudo.
- As pessoas te perguntam se você pode ser qualificado como “anão”.
Que normalmente é seguido com a pior das brincadeiras… “Então você pode estacionar o carro em vagas especiais?”
- Tem gente que pensa que a sua cabeça é apoio de braço.
Embora possa ser conveniente para você, eu prefiro não ser tratado como um objeto. Obrigada.
- Alguém esbarra em você com o quadril, enquanto você anda tranquilamente sobre a calçada.
E ainda se acha no direito de gritar e dizer “Olhe por onde anda”. Mas não deveria ele olhar para baixo?
- Metrô na hora do rush significa ficar presa embaixo da axila de algum cara aleatório.
E o cheio é simplesmente maravilhoso e quase nem rola uma falta de ar. ¬¬
- Quando alguém mais alto estica o braço para cima (seja para segurar no cano do metrô, colocar o casaco ou cumprimentar alguém), o cotovelo desse alguém automaticamente volta sobre a sua cabeça, assim que ele abaixa os braços.
Isso dói, gente.


