Para o 1º secretário da Assembleia Legislativa, deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB), a aprovação representa uma oportunidade estratégica para o Brasil
Após mais de 25 anos de negociações, a União Europeia deu aval provisório, nesta sexta-feira (9), ao acordo histórico de livre comércio com o Mercosul. O sinal verde abre caminho para a formalização de um dos maiores pactos comerciais do mundo, que prevê a redução gradual de tarifas, regras comuns para produtos industriais e agrícolas, ampliação de investimentos e o fortalecimento das relações econômicas entre os dois blocos.
Para o 1º secretário da Assembleia Legislativa, deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB), a aprovação representa uma oportunidade estratégica para o Brasil e, especialmente, para Mato Grosso do Sul, ao ampliar mercados, aumentar a competitividade dos produtos brasileiros e impulsionar o desenvolvimento econômico.
“É um acordo histórico que coloca o Brasil e o Mercosul em posição de destaque no cenário internacional. Produzir, exportar, gerar emprego e renda e melhorar a vida das pessoas, esse é o objetivo”, afirmou Corrêa.
Segundo o parlamentar, o Brasil tem vantagens claras em produtos de alta qualidade e reconhecimento internacional, como carne bovina, algodão de fibra longa e celulose. “A nossa carne é a melhor do mundo, nosso algodão é de excelente qualidade e somos líderes mundiais em celulose. Esse acordo fortalece o setor produtivo brasileiro, especialmente em Mato Grosso do Sul”, destacou.
O pacto prevê ainda a redução de barreiras comerciais e a integração das cadeias produtivas, com foco em investimentos, competitividade e crescimento econômico. Especialistas apontam que, se ratificado, o acordo pode impulsionar as exportações brasileiras em setores como soja, café e carnes, além de atrair investimentos estrangeiros e contribuir para o crescimento do PIB nos próximos anos.
Corrêa também ressaltou a importância de diversificar mercados, reduzindo a dependência de destinos tradicionais. “O acesso ampliado à União Europeia significa novas oportunidades para agricultores e industriais, mais competitividade e mais desenvolvimento, o que reflete diretamente na vida das pessoas”, concluiu.
Apesar do avanço, o processo ainda não foi concluído. A ratificação final depende da assinatura oficial e da aprovação pelos parlamentos dos países envolvidos, um trâmite que deve ser concluído nos próximos meses.
Fonte: Site Paulo Correa

