Fátima do Sul concentra maior número de casos de chikungunya em MS

(Agência Brasil)

Na sequência do ranking estadual aparecem Brasilândia

Mato Grosso do Sul já registrou 465 casos prováveis de chikungunya em 2026, de acordo com o Boletim Epidemiológico da Semana Epidemiológica 2, com dados atualizados até 17 de janeiro. Desse total, 67 casos foram confirmados, todos por critério laboratorial, e não há registro da doença em gestantes até o moment .

O dado que mais chama atenção no levantamento é a situação de Fátima do Sul, que concentra 57 casos prováveis da doença. Com população estimada em pouco mais de 20,6 mil habitantes, o município apresenta incidência de 281,4 casos por 100 mil habitantes, classificada como média, sendo a maior do Estado neste início de ano.

Na sequência do ranking estadual aparecem Brasilândia, com 24 casos prováveis e incidência de 207,3 por 100 mil habitantes, e Sete Quedas, que soma 20 casos e incidência de 181,9. Outros municípios com números absolutos relevantes são Sidrolândia, com 64 casos prováveis, Maracaju, com 37, e Corumbá, com 49 notificações até a segunda semana epidemiológica do ano.

Apesar da concentração em algumas cidades, a maior parte dos municípios sul-mato-grossenses registra baixa incidência, abaixo de 100 casos por 100 mil habitantes. Cidades como Campo Grande, Dourados, Três Lagoas, Naviraí e Ponta Porã aparecem no boletim sem registro de casos prováveis de chikungunya em 2026 até o momento.

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) reforça o alerta para que a população evite a automedicação. Em caso de sintomas como febre e dores articulares intensas, a orientação é procurar uma unidade de saúde do município, para avaliação clínica e notificação adequada, contribuindo para o monitoramento e controle da doença no Estado.

Fonte: Midiamax