MEC investe R$ 107,5 milhões em infraestrutura da educação básica no Distrito Federal

Em 2025, o Ministério da Educação (MEC) completou 95 anos de atuação em prol da educação pública brasileira. Da creche à pós-graduação, o MEC implementou políticas públicas educacionais essenciais para a construção de uma nação soberana capaz de transformar vidas por meio do desenvolvimento social, econômico e humano. A partir do diálogo permanente com o governo do Distrito Federal, o MEC olhou para quem mais precisa, reforçando a educação como caminho para transformação de vidas.

Educação básica – Com recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), serão investidos R$ 107,5 milhões na região, entre 2023 e 2027, para melhoria e ampliação da infraestrutura da educação básica. Os repasses estão sendo utilizados em uma obra de construção ou de conclusão de escolas e creches. Nesta gestão, a educação básica foi contemplada pelo programa pela primeira vez na história.

Considerada uma das maiores políticas de incentivo à permanência escolar da história do país, o Pé-de-Meia beneficiou 46,7 mil estudantes brasilienses em 2025, o que corresponde a 47,2% dos alunos das redes públicas do DF. Após a implementação da política, a taxa de abandono escolar no ensino médio no Distrito Federal, que chegava a 3,9% em 2023, caiu para 3,5% em 2024.

Por meio do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), entre outubro de 2025 e janeiro de 2026, foram repassados R$ 4,6 milhões para o fomento de 2.763 novas matrículas de tempo integral no Distrito Federal. Esse fomento reforça as ações do programa Escola em Tempo Integral de assistência técnica às redes de ensino para implementação de currículos e políticas de educação integral.

O MEC ainda avançou na implementação do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), que assegura a alfabetização das crianças até o final do 2º ano do ensino fundamental. Desde sua implementação, em 2023, 59% das crianças do estado aprenderam a ler e a escrever na idade certa. Em 2025, o investimento para a instalação de Cantinhos da Leitura e para apoio aos articuladores da Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e Mobilização do CNCA (Renalfa) no Distrito Federal foi de R$ 591,7 mil. Apenas para o pagamento de bolsas da Renalfa, foram repassados R$ 567 mil, o que beneficiou 30 articuladores estaduais, regionais e municipais.

Também em 2025, a Estratégia Nacional Escolas Conectadas (Enec) completou dois anos, alcançando a marca de 62,1% das escolas públicas brasilienses com conectividade adequada. Ao todo, 365 unidades de ensino no estado receberam recursos do Programa Dinheiro Direto na Escola na modalidade Programa de Inovação Educação Conectada (PDDE-PIEC), com investimentos superiores a R$ 1,2 milhões. A estratégia visa universalizar o acesso à internet de qualidade e fortalecer a presença da educação digital e midiática nos currículos.

EPT – Para expandir e qualificar a oferta da educação profissional e tecnológica (EPT) no DF, entre 2023 e 2026, o MEC está empenhando R$ 11,95 milhões do Novo PAC.

Educação superior – Em 2025, a educação superior no Distrito Federal também avançou em sua capacidade de oferta de ensino acadêmico e científico. Os investimentos do Novo PAC para as universidades do estado somaram R$ 2,4 milhões. O valor subsidiou uma obra de consolidação, que está em curso, para melhorar a infraestrutura do campus existentes.

Mais Professores – O MEC lançou em 2025 o programa Mais Professores para o Brasil, composto por uma série de iniciativas, entre elas, a Prova Nacional Docente (PND). Criado para melhorar a qualidade da formação, estimular a realização de concursos públicos e induzir o aumento de professores nas redes públicas de ensino, o exame contou com mais de 18 mil pessoas inscritas no Distrito Federal em sua primeira edição.

Em outra frente, para atrair jovens talentos para a profissão docente, o Pé-de-Meia Licenciaturas oferta mensalmente uma bolsa de R$ 1.050 a estudantes com nota igual ou superior a 650 no Enem e que se matricularem em um curso de licenciatura presencial. No Distrito Federal, a iniciativa contemplou 51 bolsistas.

Equidade – O MEC reafirmou o seu compromisso em 2025 com políticas públicas que promoveram a equidade e a inclusão. Com a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (Pneei), criada em outubro de 2025, a pasta buscou garantir o direito à educação de estudantes com deficiência, com transtorno do espectro autista (TEA) e com altas habilidades ou superdotação. A política promoveu a formação de 727 profissionais brasilienses para atuar nessa modalidade de educação.

Assessoria de Comunicação Social do MEC

Fonte: Ministério da Educação