
Trata-se do segundo maior colégio eleitoral do país, sem uma tendência clara e consolidada nem para a esquerda nem para a direita.
A iniciativa de Flávio Bolsonaro (PL) de estudar lançar Nikolas Ferreira (PL-MG) ao governo de Minas Gerais vai além da simples montagem de um palanque no estado. Segundo aliados do senador, a movimentação faz parte de uma estratégia para pressionar o governador Romeu Zema (Novo) a aceitar a composição como vice em uma chapa presidencial.
Com isso, Flávio também resolveria a equação envolvendo Matheus Simões (PSD) em Minas Gerais. O atual vice-governador, que assume o comando do estado em abril e tentará a reeleição, ficaria responsável por construir um palanque para a chapa Flávio-Zema.
Isso porque Minas Gerais é considerado um estado-chave nas eleições nacionais, por ser frequentemente descrito como um “retrato do Brasil”.
Os últimos presidentes eleitos também venceram no estado. Trata-se do segundo maior colégio eleitoral do país, sem uma tendência clara e consolidada nem para a esquerda nem para a direita.
Fonte: R7
