Em 8 de janeiro, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), vetou integralmente o PL da Dosimetria.
Nesta quinta-feira (30), o Congresso Nacional analisou o veto do presidente Lula (PT) ao PL da Dosimetria. Na Câmara dos Deputados, o veto foi rejeitado. Mato Grosso do Sul teve sete deputados presentes na sessão.
Então, foram favoráveis ao veto os deputados: Vander Loubet (PT), Geraldo Resende (União Brasil) e Camila Jara (PT).
Os deputados de Mato Grosso do Sul que votaram pela derrubada do veto de Lula são: Rodolfo Nogueira (PL), Marcos Pollon (PL), Luiz Ovando (PP) e Beto Pereira (Republicanos).
Votação
Assim, 144 deputados votaram pela manutenção do veto de Lula e outros 318 votaram contra. Ou seja, a maioria votou pela derrubada. Houve cinco abstenções, totalizando 467 votos.
“Foi mantido na Câmara, perdão, foi rejeitado na Câmara e passa a deliberação ao Senado”, disse o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP).
Então, agora o veto segue para análise dos senadores.
Veto
Em 8 de janeiro, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), vetou integralmente o PL da Dosimetria. A assinatura do veto ocorreu durante cerimônia no Palácio do Planalto, em alusão ao marco de três anos das invasões aos prédios dos Três Poderes, em Brasília.
A matéria reduz as penas do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros condenados pelos atos golpistas.
Entretanto, o Congresso ainda pode fazer o texto virar lei. Por isso, nesta quinta-feira (30), deputados e senadores participaram de sessão poderia derrubar ou manter o veto presidencial.
Para derrubar o veto de Lula, é preciso o apoio de 257 deputados e 41 senadores. Caso seja derrubado, o veto é promulgado. Se o presidente da República não realizar a assinatura da promulgação, o presidente do Congresso poderá ser responsável pelo rito.
Fonte: Midiamax

