Comércio da área central não conseguiu atender a contento por causa da falta de energia
Por volta das 12 horas (MS) desse sábado, dia 7, começou a chover e ventar forte em Ponta Porã, momento em que a energia começou a dar problema para população da cidade.
Primeiramente aconteceu algumas oscilacões, e em seguida, quedas de energia, o que é muito prejudicial para aparelhos eletrônicos e elétricos de uma maneira em geral.
A Redação do site Pontaporainforma recebeu inúmeras reclamações de moradores da cidade denunciando as quedas de energia, o que pode ocasionar a queima dos equipamentos e essas quedas e oscilações geraram um caos na região central da cidade que estava cheia de turistas de várias cidades.
Em uma rápida passagem pelo centro de Ponta Porã, o que se pode observar foi restaurantes, em seu horário de pico, sofrendo com a falta de energia, ambientes escuros e quentes devido ao ar condicionado parado.
Vários sistemas semaforicos ou semáforos estava desligados e os cones no centro das ruas fazendo o papel de uma rotatória para organizar o trânsito. Em contato com a Secretaria de Trânsito foi informado pelo Secretário Cândido Gabinio que devido as quedas de energia, os semáforos pararam de funcionar, prejudicando o trânsito neste período.
Em conversa com Célio Poveda, gerente da empresa Sanesul a respeito das quedas de energia e também da falta dela, visto que sem energia a agua não é entregue nas residências, ele disse: “Eu é que tenho esses problemas, aliás não precisa nem oscilar energia, as vezes a tensão diminui ai os equipamentos dos poços de artesanios, que tem uma proteção, a tensão baixa ela faz com que o equipamento desarma e desliga, ficando sem produzir água para enviar aos consumidores de um modo geral, e é um transtorno gigantesco”.
Essa semana que passou a redação do site recebeu várias reclamações de moradores da área rural do Itamarati reclamando que ficaram alguns dias sem energia elétrica em suas propriedades.
O mesmo acontece com os moradores da região de Cabeceira do Apa, Capei e do Distrito de Lagunita, próximo a Laguna Caarapã.
O triste é que esses problemas são recorrentes e a empresa não faz nada para mudar essa situação, que já começa com as reclamações sendo enviadas via telefone a um 0800, que ninguém sabe onde fica.
A Câmara de Vereadores até aprovou uma CPI para tentar resolver toda essa situação envolvendo a Energisa, mas pelo visto acabou não saindo do papel e não temos respostas acerca do andamento dessa CPI.
Os comerciantes já sofrem com a alta tributação e justo em um sábado, em que a cidade recebe turistas que movimenta a economia da fronteira, o que se viu foi locais mais vazios e na escuridão, no ambiente e no bolso do comerciante.

