Ao lado de Lula, ministro André Fufuca participa de ato no Planalto em defesa da democracia

Foto: Ronaldo Caldas/MEsp

O ministro do Esporte, André Fufuca, participou nesta quinta-feira (8), no Palácio do Planalto, da cerimônia que marcou os três anos dos ataques antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal (STF) foram invadidas. O ato conduzido poelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu autoridades dos Três Poderes e representantes da sociedade civil.

Durante a solenidade, Lula destacou que não há democracia sem liberdade, mas que não existe liberdade para destruir o regime democrático. “Quem financia, quem planeja e quem executa tentativas de golpe deve ser exemplarmente punido. Não há perdão para quem atenta contra a democracia, contra o seu país e contra o seu próprio povo”, afirmou.

Lula ressaltou ainda a atuação firme das instituições, em especial do Supremo Tribunal Federal (STF), e a postura de servidores públicos que se recusaram a aderir a qualquer tentativa de ruptura institucional. Para o presidente, a democracia é um processo contínuo, que precisa ser cuidado diariamente, com diálogo, respeito às instituições e políticas voltadas à população mais vulnerável.

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Foto: Ronaldo Caldas/MEsp

O ministro André Fufuca destacou a importância da defesa permanente da democracia e da soberania nacional. Segundo ele, os avanços recentes do país são resultado direto da postura firme do presidente Lula em defesa das instituições. “Hoje é um dia em que muita gente neste país pode comemorar aquilo que conseguimos conquistar e colocar em prática: políticas de inclusão social que contam com a participação de todos”, afirmou o ministro. Ele enfatizou que a democracia é condição fundamental para o desenvolvimento social e para o fortalecimento do esporte como ferramenta de inclusão.

Encerrando o discurso, Lula citou o filósofo George Santayana para reforçar a importância da memória histórica. “Aqueles que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo. Em nome do futuro, não temos hoje o direito de esquecer o passado. Não aceitamos ditadura civil nem ditadura militar. O que queremos é democracia emanada do povo e exercida em nome do povo”, concluiu.

Assessoria de Comunicação – Ministério do Esporte 

Fonte: Ministério do Esporte