Salatiel Cruz e Andressa Brito

O setor privado se consolida no baluarte da geração de empregos e renda no capitalismo contemporâneo. Em prima facie, a macro e micro economia do Brasil dependem do setor empresarial e industrial robustos para engrenagem econômica funcionar razoavelmente bem e termos crescimento do Produto Interno Bruto(PIB) e elevação da renda per capita. Por óbvio que, sobrevém de medidas estatais por intermédio do Ministério da Economia, Congresso Nacional, Banco Central, Tesouro Nacional, Comitê de Política Monetária(COPOM) dentre outros órgãos e agências reguladoras que detêm poderes na condução das finanças do país.

Deste modo, a gestão de empresas vem ganhando atenção nos últimos anos. Em uma lógica social simples é a constatação de que se as empresas tiverem faturamento crescente automaticamente haverá maior arrecadação de tributos para o Estado. Vejamos bem, então: Uma empresa que tem uma exímia gestão de suas contas, otimização de produção, bom aproveitamento de insumos e organização de pessoal consegue lograr êxito à medida que amplia a eficiência, granjeia economicidade e por conseguinte maximizam seus lucros.

Nesse contexto, com o avanço da tecnologia e da especialização do conhecimento percebe-se que o maior ativo de uma corporação é o capital humano, objeto de estudo de Theodore W. Shultz, vencedor do Prêmio Nobel de Economia do ano de 1979. Por atuar diretamente com gestão de pessoas, o RH tornou-se referência dentro das organizações, não bastando formular tarefas operacionais, mas também, para tomar ações estratégicas. Sendo assim, promovendo um ambiente de trabalho adequado, para que os colaboradores, se desenvolva e apresentem uma alta performance em suas atividades, gerando maior da lucratividade, no âmbito empresarial. O departamento de RH, pode contar com outra forma, ou seja, o capital intelectual é um pouco mais abrangente para resolver problemas, que vão além do desempenho dos funcionários, incluindo informações internas do banco de dados, redes de relacionamentos e registros, concorrentes, clientes e parceiros.

 Portanto, o desenvolvimento do capital humano não se estende a esse tipo de informação. Para anuir,  a diferença de que uma boa gestão de recursos humanos, faz no desempenho de uma organização, foi publicado um relatório chamado Creating People Advantang criado pelo grupo de consultoria de Boston,  que ouviu 3500 profissionais de RH e de outros setores em 101 países, concluindo que empresas que contam com um  RH, tem o desempenho econômico duas vezes melhor, comparado à organizações de gestão falha. Logo,  o RH tem um papel central no desempenho  de sua empresa e sua performance pode gerar grandes resultados para organização, priorizando o engajamento e manutenção do capital humano.

Autores:

Salatiel Cruz, Acadêmico de Direito pela Universidade do Estado da Bahia- Campus XIX, estagiário de advocacia, pesquisador de mediação empresarial e economia, colunista da Revista Metropolitana.

Andressa Brito,  Graduanda do curso Tecnólogo Superior em Gestão de Recursos Humanos pela Faculdade Santo Antônio Alagoinhas (FSAA).

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