12/05/2014 07h
Mãe: Deus recorreu a ela, para que tivéssemos entre nós o seu filho: Jesus
Artigo: José Alberto Vasconcellos
Divulgação (TP)
Convencidos, escrevemos certa vez que a criança é a “Obra Prima de Deus”, porque perfeita na moldagem e retocada com amor; o amor que Ele tem pela humanidade!
Quando falamos em criança, temos que aceitar, contudo, que até Ele, o Criador dos Mundos, teve que recorrer a uma mulher – Maria – para que tivéssemos Seu Filho, Jesus, entre nós. A virgem Maria, que deu a luz ao FILHO DE DEUS, tem a singela e sagrada qualificação de MÃE.
A ANUNCIAÇÃO: a mensagem do anjo Gabriel à Virgem Maria, anunciando-lhe que seria a MÃE do Messias.
Esse acontecimento é testemunhado pelo profeta LUCAS: “O anjo disse: “Não tenha medo, Maria, porque você encontrou graça diante de Deus. Eis que você vai ficar grávida, terá um filho e dará a ele o nome de Jesus. Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo.” (Lc. 1: 28, 29, 30, 31 e 32).
A GESTAÇÃO: … quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança agitou-se no seu ventre.”
Maria “entrou na casa de Zacarias, e saudou Izabel. Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança se agitou no seu ventre, e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. Com um grande grito exclamou: “Você é bendita entre as mulheres, e é bendito o fruto do seu ventre! Como posso merecer que a mãe do meu Senhor venha me visitar?” (Lc. 1: 41, 42 e 43).
O NASCIMENTO: …hoje nasceu para vocês um Salvador…
“Um anjo dos Senhor apareceu aos pastores (…) não tenham medo! Eu anuncio para vocês a Boa Notícia, (…) hoje, (…) nasceu para vocês um Salvador, que é o Messias, o Senhor. (…) vocês encontrarão um recém-nascido, envolto em faixas e deitado numa manjedoura.” (Lc. 2: 9, 10,11 e 12).
“Quando os anjos se afastaram, voltando para o céu, os pastores combinaram entre si: “Vamos à cidade de Belém, ver esse acontecimento que o Senhor nos revelou”. (Lc 2: 15.) .
Estava consumada a profecia, realizara-se a “Imaculada Concepção” e o Filho de Deus, Jesus já vivia entre nós! Ele veio para celebrar a “Nova e Eterna Aliança” com o povo de Deus, conforme atestam os profetas: Mat – 26:28; Mc – 14:24; Luc – 22:20; 1 Cor – 11:25; e 2 Cor – 3:6.
Maria, por sua pureza, simboliza todas as mães, e a ela, como MÃE DE DEUS, rogamos, neste dia 11 DE MAIO, em que comemoramos o “DIA DAS MÃES, proteção, saúde e paz nos lares; para que elas possam governá-los com tranqüilidade e sabedoria.
Rogamos, ainda, a Maria Imaculada, que intervenha nas desinteligências domésticas, para restaurar a compreensão recíproca do casal no seio do matrimônio; para que haja, sempre, a comunhão dos princípios alicerçados no amor e na religião, propiciando a criação e a educação da prole, sem perder de vista os ensinamentos de Jesus, seu filho!
Neste “DIA DAS MÃES”, que julgamos especial, com a força da Virgem Maria e a boa vontade dos homens entre o céu e a terra, esperamos que se inicie um novo tempo, com muito respeito às mães e que todos – na medida do possível – com elevado espírito de solidariedade colaborem com elas, na execução das suas tarefas, sejam esses afazeres no lar ou em qualquer outra atividade, onde labutem para viver com dignidade!
Pela oportunidade, registramos um acontecimento, que se revela inusitado e “sui generis” entre mãe e filho, relacionado ao que ele (o filho) deu à ela (a mãe), no DIA DAS MÃES.
Deu à mãe PREJUÍZO!
O infausto filho furtou da mãezinha, já viúva, a latinha que continha as economias destinadas, exatamente, para cobrir as despesas com o almoço que ela programara para toda a família, com a finalidade de comemorar o seu dia, o DIA DAS MÃES!
Dá p´ra acreditar?
Acredite se quiser!
26.04/03.05-2014 (3973) Membro da Academia Douradense de Letras.
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