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terça-feira, 29 de setembro, 2026

Autismo sem Fronteiras: Evento organizado em Ponta Porã foi sucesso

Evento aconteceu no sábado, dia 30

01/04/2019 13h – Por: Dora Nunes

No sábado, dia 30, um grupo de mães realizaram um evento no Parque dos Ervais com o intuito de divulgar o TEA (Transtorno Espectro Autista) para a sociedade fronteiriça.

O grupo que é composto por 32 mães entre brasileiras e paraguaias tem como objetivo a criança de uma Associação para, juntas, lutar pelo direito dos autistas na fronteira.

De acordo com relato de uma mãe inegrante do gruipo, o evento foi bem proveitoso onde outros pais com filhos autistas compareceram para saber mais sobre o assunto.

O evento contou com a participação da terapeuta ocupacional Taíse Cáceres Azambuja, neuropediatra Karin Mendonça e com a psicóloga Cristina Bortolini Forte. A secretária de Educação, professora Maria Leny também prestigiou o evento.

No dia 2 de abril é celebrado o Dia Mundial de Conscientização do Autismo e o grupo de mães pretende fazer panfletagem em escolas para conscientização.

A data de 02 de abril foi estabelecida em 2007, tendo por objetivo difundir informações para a população sobre o autismo e assim reduzir a discriminação e o preconceito que cercam as pessoas afetadas por esta síndrome neuropsiquiátrica. Os transtornos do espectro autista (TEA), como o próprio nome sinaliza, englobam uma série de diferentes apresentações do quadro, que têm em comum:

• Maior ou menor limitação na comunicação, seja linguagem verbal e/ ou não verbal;

• Na interação social;

• Comportamentos caracteristicamente estereotipados, repetitivos e com gama restrita de interesses.

Neste spectro o grau de gravidade varia desde pessoas que apresentam um quadro leve e com total independência e discretas dificuldades de adaptação (por exemplo, autistas de alto funcionamento, síndrome de Asperger) até aquelas que serão dependentes para as atividades de vida diárias (AVDs), ao longo de toda a vida.

O autismo aparece nos primeiros anos de vida. Apesar de não ter cura, terapias e medicamentos e é claro, muito amor podem proporcionar qualidade de vida para os pacientes e suas famílias. O autista olha pouco para as pessoas, não reconhece nome e tem dificuldade de comunicação e interação com a sociedade.

Após o diagnóstico, os pacientes devem fazer uma série de tratamentos e habilitação/reabilitação para estimulação das consequências que o autismo implica, como dificuldade no desenvolvimento da linguagem, interações sociais e capacidades funcionais. Essas características demandam cuidados específicos e singulares de acompanhamento ao longo das diferentes fases da vida.

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Foto: Divulgação

Autismo sem Fronteiras: Evento organizado em Ponta Porã foi sucesso