21/06/2015 06h
Vereadores votaram projetos de lei durante a sessão desta quinta-feira, 18 de junho.
Divulgação (TP)
Na sessão ordinária realizada pela Câmara Municipal de Ponta Porã, no dia 18 de junho, foram realizadas discussões e votações acerca dos temas Capelania Hospitalar, projeto de lei que declara de utilidade pública a Cooperai e uma emenda a esta lei.
Também foi dada ênfase ao fato das ações de mobilização geral na fronteira ter auxiliado na decisão de manter a cota de US$300,00 para compras no Paraguai, e não mais de US$150,00 como foi anteriormente determinado que valesse a partir de 01 de julho deste ano.
“Nós estamos em desenvolvimento, e acredito muito que o sucesso que fazem os Dutty-Free pelo mundo seja válido para a nossa fronteira também. É importante esse incentivo ao turismo da região, assim como a tantos brasileiros que trabalham do outro lado da fronteira. E se o comércio do lado de lá ficasse desestimulado pela baixa da cota, refletiria também para nós aqui. Precisamos ter uma fronteira unida para que o desenvolvimento aconteça e estou feliz por mais esse progresso”, afirmou Marcelino Nunes de Oliveira, presidente da Câmara Municipal de Ponta Porã.
O Projeto de Lei nº 13/2015 do legislativo, dispõe sobre a Capelania Hospitalar, assim entendida a prestação de assistência religiosa no âmbito das instituições de saúde, das redes públicas privadas, de autoria do presidente da Casa de Leis, Marcelino Nunes de Oliveira. A Capelania se faz importante para dar alento e bem-estar aos enfermos no hospital. O projeto foi aprovado por unanimidade durante a sessão desta quinta-feira, dia 18 de junho.
Quanto ao Projeto de Lei nº 18/2015 do legislativo, a mesma declara de utilidade pública, a Cooperativa dos Produtores do Assentamento Itamarati (Cooperai) e é de autoria dos vereadores Marcelino Nunes de Oliveira, Profº Hugo, Caio Augusto, Daniel Valdez Puka, Otaviano Cardoso, Profª Leny, Marquinhos, Rony Lino e Osmar de Matos.
Foi entendida a importância de tornar a Cooperativa de utilidade pública, pois que a mesma se faz orientada por valores e crenças de seus membros, o que possibilita a mobilização de pessoas sem motivação econômica ou administrativa. Este projeto foi aprovado durante a sessão desta quinta-feira, sendo a sua emenda aditiva também aprovada.


