
Exumação a pedido do MPSC pode trazer novos detalhes sobre a morte do cão Orelha, em Florianópolis; não há prazo definido para a entrega do laudo.
O corpo do cão Orelha, morto em 5 de janeiro, em Florianópolis, foi exumado, conforme apurou a equipe de reportagem do ND Mais. Agora, a perícia realizada pela PCI (Polícia Científica de Santa Catarina) deve revelar novos detalhes sobre o crime que mobilizou o Brasil.
O prazo para elaboração de um novo laudo sobre a morte do cão Orelha pode ser concluído em 10 ou mais dias. De acordo com a apuração do ND Mais, o sigilo da investigação pode ser considerado um complicador para a data final de entrega do documento.
O MP havia solicitado exumação do cão Orelha
Nesta segunda-feira (9), o MPSC (Ministério Público de Santa Catarina) solicitou novas diligências — dentre elas, a exumação do corpo do animal — para se aprofundar melhor nas investigações do caso.
Segundo os promotores, são necessários novos esclarecimentos para que os procedimentos possam seguir normalmente.
Além disso, a 2ª Promotoria de Justiça destacou a necessidade de investigar se houve ou não coação durante o andamento do processo. Para isso, foram solicitados novos depoimentos. A Promotoria também reforçou que o caso ainda está em fase de investigação e que, até o momento, não há ação penal proposta.
O caso também foi colocado em sigilo, já que adolescentes estão envolvidos de forma indireta em procedimentos relacionados.
Caso Orelha
Orelha, cão comunitário da Praia Brava, em Florianópolis, foi brutalmente agredido em 4 de janeiro deste ano. Após ser acolhido e encaminhado ao veterinário, o animal acabou morrendo no dia seguinte.
Em 16 de janeiro, a morte do cachorro ganhou as manchetes e mobilizou não somente Santa Catarina, mas também o Brasil.
Até então, um adolescente foi indiciado pelo crime contra o cão Orelha.


Além de Orelha, outros cachorros na Praia Brava também foram supostamente agredidos. É o caso de Caramelo — adotado pelo delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel — e Caramela — adotada pelo empresário Bruno Ducatti.
O corpo do cão Orelha, morto em 5 de janeiro, em Florianópolis, foi exumado, conforme apurou a equipe de reportagem do ND Mais. Agora, a perícia realizada pela PCI (Polícia Científica de Santa Catarina) deve revelar novos detalhes sobre o crime que mobilizou o Brasil.
O prazo para elaboração de um novo laudo sobre a morte do cão Orelha pode ser concluído em 10 ou mais dias. De acordo com a apuração do ND Mais, o sigilo da investigação pode ser considerado um complicador para a data final de entrega do documento.
Em 16 de janeiro, a morte do cachorro ganhou as manchetes e mobilizou não somente Santa Catarina, mas também o Brasil.
Até então, um adolescente foi indiciado pelo crime contra o cão Orelha.
Além de Orelha, outros cachorros na Praia Brava também foram supostamente agredidos. É o caso de Caramelo — adotado pelo delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel — e Caramela — adotada pelo empresário Bruno Ducatti.
Outro animal também estava envolvido, este sem relatos de agressões, mas com uma doença grave. Estamos falando de Pretinha, que morreu na última segunda-feira (9), após complicações no tratamento veterinário.

Fonte: ND Mais
