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sábado, 26 de setembro, 2026

Eleições 2026: entenda como votar em até seis cargos e a ordem correta na urna

À medida que as Eleições de 2026 se aproximam, o eleitor brasileiro se prepara para um processo que envolve a escolha de até seis representantes em diferentes esferas do poder. A votação, que ocorrerá no dia 4 de outubro, exige atenção aos detalhes para garantir que seu voto seja computado corretamente.

Cada cargo em disputa possui uma identificação numérica específica na urna eletrônica, demandando a digitação de uma sequência de números para cada escolha. Para eleger um deputado federal, por exemplo, são necessários quatro dígitos. Já para deputado estadual ou distrital, o eleitor deve digitar cinco números.

A votação para o Senado Federal requer a digitação de três dígitos para cada uma das vagas em disputa. Para os cargos de governador e presidente da República, o número de dígitos é menor, sendo dois para cada.

A ordem estabelecida para a votação na urna eletrônica visa organizar o processo e facilitar a confirmação de cada voto. A sequência correta é a seguinte:

1. Deputado federal (quatro dígitos)
2. Deputado estadual ou distrital (cinco dígitos)
3. Primeiro senador (três dígitos)
4. Segundo senador (três dígitos)
5. Governador (dois dígitos)
6. Presidente da República (dois dígitos)

Para auxiliar os eleitores a memorizar os números de seus candidatos preferidos e evitar erros ou atrasos na votação, a Justiça Eleitoral recomenda a utilização de uma “cola” em papel. Essa medida é especialmente importante, pois o uso de celulares e outros equipamentos eletrônicos, como câmeras e filmadoras, é estritamente proibido dentro da cabine de votação. Esses aparelhos devem ser deixados com os mesários para garantir o sigilo do voto.

O aplicativo e-Título, desde que exiba a foto do eleitor, ou outros documentos oficiais em formato digital, como a CNH Digital e o RG Digital, podem ser utilizados para a identificação do eleitor aos mesários. Após a identificação, o celular deve ser guardado.

Rakell Dimanski, coordenadora de Mídias e Web do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ressalta a importância da “cola” em papel: “São seis cargos, muitos dígitos, ou seja, muito para se decorar. Essa demora ou dúvida gera um efeito dominó nas filas. Nosso recado é direto: anote tudo em um papelzinho e leve-o com você, já que o celular não pode entrar na cabine. O lembrete tradicional em papel continua sendo o melhor amigo do eleitor para uma votação rápida”.

Além das opções digitais, a identificação na seção eleitoral pode ser feita com qualquer documento oficial com foto. São aceitos a carteira de identidade, a Carteira de Identidade Nacional (CIN), identidade social, passaporte, Carteira Nacional de Habilitação (CNH), carteira de trabalho física e carteiras profissionais emitidas por conselhos de classe. Documentos com foto podem ser utilizados mesmo que estejam vencidos, desde que permitam a identificação inequívoca do eleitor.