As eleições gerais de 2026 registraram um recorde histórico ao definir 20 governadores já no primeiro turno, o maior número desde o início da série histórica em 1990. Este resultado supera a marca anterior de 18 estados, que havia sido estabelecida em 2010, redesenhando o cenário partidário em todo o país.
O Partido Liberal (PL) emergiu como a força majoritária, garantindo a eleição de cinco governadores em estados como Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rondônia e Roraima. Em seguida, o Partido Social Democrático (PSD) conquistou quatro governos, com vitórias no Amapá, Maranhão, Pernambuco e Sergipe. O Partido dos Trabalhadores (PT) e o Republicanos asseguraram três governos estaduais cada um. O Progressistas (PP) obteve sucesso em dois estados, enquanto MDB, Podemos e PSDB elegeram um governador cada.
O PT venceu em estados chave como Bahia, Ceará e Piauí. Já o Republicanos saiu vitorioso em São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso. O PP garantiu a liderança na Paraíba e em Mato Grosso do Sul. O MDB administrou Goiás, o Podemos o Pará e o PSDB conquistou Alagoas.
A distribuição geográfica das vitórias no primeiro turno mostra uma concentração de 8 governadores eleitos na região Nordeste, 4 no Norte, 3 no Centro-Oeste, 3 no Sul e 2 no Sudeste. As disputas pelo governo em Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Tocantins seguem para o segundo turno, com votação prevista para 25 de outubro.
Os governadores eleitos serão responsáveis pela gestão dos estados, implementando políticas públicas essenciais em áreas como saúde, educação, segurança, infraestrutura e desenvolvimento econômico. Suas decisões impactam diretamente a qualidade dos serviços públicos e a vida dos cidadãos, além de desempenharem um papel crucial nas negociações de recursos e projetos com o governo federal e os municípios.

