A candidata à Presidência pela Rede, Marina Silva, tem apresentado mau desempenho nas pesquisas eleitorais
21/09/2018 06h30 – Congresso em Foco
A candidata da Rede à Presidência, Marina Silva, criticou nesta quinta-feira (20) a polarização apontada nos últimos resultados das pesquisas de intenção de voto, que indicam um segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).
Em campanha na cidade de Taubaté, no interior paulista, Marina afirmou que brasileiros “não vão cair nessa canoa furada de fazer uma eleição plebiscitária”.
“Os grupos que se alimentam da polarização não querem que a população mude de verdade, então querem que o povo desista de seu voto e se oriente única e exclusivamente pelas pesquisas”, disse a candidata.
Marina pede a união dos brasileiros para evitar que vençam os projetos de seus adversários, alvos da crítica da candidata. Para a ex-ministra, a polarização leva, de um lado, a “propostas que querem retomar o autoritarismo dos saudosos da ditadura” e, de outro, a um grupo que já teve uma chance e a usou “para enriquecimento ilícito”.
A candidata disse ainda que cabe ao povo brasileiro “não permitir que aqueles que já tiveram uma chance venham novamente querer destruir o que ainda resta do Brasil”.
Marina defendeu propostas para articular ações nas áreas de infância, saúde e proteção à mulher. Também defendeu a melhora no Sistema Único de Saúde (SUS).
A candidata participou, ontem, quinta de mais um debate entre os presidenciáveis, o primeiro com a presença de Fernando Haddad como candidato do PT. O encontro foi promovido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e foi exibido por emissoras católicas de rádio, TV e na internet.


