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quinta-feira, 11 de agosto, 2022
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Esposa de Juliano Cazarré mostra rotina com filha na UTI

Juliana e Leticia Cazarré com filha
Reprodução/ Instagram

Juliana e Leticia Cazarré com filha

Depois de agradecer as mensagens de apoio, Letícia Cazarré, mulher de Juliano Cazarré, o Alcides de “Pantanal”, usou seu perfil no Instagram para mostrar um pouco de sua rotina na UTI em que a filha Maria Guilhermina, em São Paulo. Nascida no dia 21 de junho, ela foi diagnosticada com Anomalia de Ebstein, uma cardiopatia congênita rara. Para melhor acompanhar o tratamento da filha, o ator foi dispensado das gravações da novela.

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“Eu acredito que, depois das igrejas, as UTIs pediátricas sejam os lugares na terra onde se concentram mais anjos e santos… Às vezes eu sinto como se quase pudesse vê-los! Devem ser olhos do coração”, escreveu Letícia na legenda de uma foto do lugar.


Em seu stories, Letícia disse ainda que “Maria Guilhermina de Guadalupe segue melhorando”: “Muito obrigada pelas orações”. Ela também falou sobre o dia a dia das mães que estão com bebês em UTIs: “As mães que estão por lá, suplicando pela vida dos filhos. Deus ouve a oração de cada uma, e os anjos acampam nesse lugar”.

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“Maria Guilhermina chegou com um coração especial. Nos exames pré-natais, descobrimos que ela teria uma cardiopatia congênita rara. Ao longo da gestação, os médicos perceberam que o caso dela seria um dos mais raros e graves dentro da anomalia”, disse o ator no Instagram, na ocasião do nascimento.


O que é a Anomalia de Ebstein?

Segundo o médico Vinicius Menezes, cardiologista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Anomalia de Ebstein é uma cardiopatia rara da válvula tricúspide, que afeta apenas um em cada 10 mil bebês, com distribuição igual entre meninos e meninas.

– Quando ocorre a Anomalia de Ebstein, a válvula tricúspide é malformada e fica posicionada em uma posição muito baixa, permitindo que o sangue escape para trás a partir do ventrículo para o átrio – explica o especialista.

O tratamento, ainda segundo o médico, pode ser feito com medicação que controla a insuficiência cardíaca congestiva ou os ritmos cardíacos anormais. Se a condição da criança for grave, no entanto, pode haver necessidade de cirurgia.

– Com a evolução da Medicina, houve aumento da sobrevida de pacientes com cardiopatias e a recuperação após abordagem cirúrgica nos centros especializados tem se tornado cada vez mais favorável. Eventualmente, os pacientes conseguem viver com baixos sintomas ou sem sintoma nenhum – conclui Menezes.

Fonte: IG GENTE

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