Além de causar tabagismo o produto descartável demora anos para se decompor na natureza.

Após as proibições da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) quanto ao uso e venda de Vape no Brasil, o Pod System – POD na língua popular dos jovens, chegou com tudo e “virou febre” entre a galera, o objeto consiste em uma nova espécie de cigarro eletrônico, diferente do POD tradicional que contém um cartucho pré-carregado podendo escolher o sabor da essência, a nova onda agora é a versão do produto de maneira descartável.


Podendo ser facilmente encontrado nas principais conveniências da fronteira do Brasil com o Paraguai em Ponta Porã – MS e Pedro Juan Caballero-PY, o POD descartável é mais prático e barato , vendido por sabor  rendendo até duzentas puxadas dependendo da marca, contém cerca de 5% de nicotina. O problema é que excedendo o limite do uso, o produto precisa ser descartado fora e o material do qual ele provém é altamente tóxico para a natureza com um material que não é nada biodegradável, demorando anos para se decompor.


Sem evidência científica de que é menos nocivo que o cigarro normal, muitas pessoas não acreditam que o produto possa oferecer riscos para à saúde, tendo em vista que o argumento da indústria do ramo é  que o vapor seria mais “limpo” , até por isso, os usuários não usam o termo “fumar”, e sim “vaporizar”; Quando usado em excesso pode acarretar em  problemas sérios de saúde incluindo o câncer, doenças respiratórias e cardiovasculares. 


Texto: Wagner Júnior 

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