Fifa dá título para quem tenha tomado ‘medidas excepcionais e extraordinárias pela paz, e, ao fazê-lo, unido pessoas em todo o mundo’.
Um dos assuntos mais comentados do momento no mundo inteiro é a invasão dos Estados Unidos à Venezuela, ocorrida nesse sábado (3). O presidente Nicolás Maduro e a esposa, Cilia Flores, foram capturados e levados de navio para os EUA. Curiosamente, o presidente Donald Trump, responsável por comandar os ataques, recebeu o Prêmio da Paz, concedido pela Fifa.
Afinal, no dia 5 de dezembro de 2025, há menos de um mês, portanto, o político americano recebeu das mãos de Gianni Infantino o troféu. A próxima Copa do Mundo está marcada justamente para a América do Norte. Em novembro, a Fifa anunciou o título para quem tenha tomado “medidas excepcionais e extraordinárias pela paz, e, ao fazê-lo, unido pessoas em todo o mundo”.
“É uma das maiores honras da minha vida. Salvamos milhões de pessoas. O Congo é um exemplo disso. Mais de 10 milhões de pessoas morreram e outras tantas iriam morrer. Depois, temos a Índia, o Paquistão e tantas outras guerras que conseguimos acabar. E outras que terminamos antes mesmo de começarem. O mundo é mais seguro agora. Os EUA não estavam muito bem há um ano, mas agora posso dizer que somos o país mais na moda do mundo”, disse o presidente estadunidense na ocasião.
É preciso ressaltar, aliás, que a Fifa não permite que países em guerra ou que realizem ataques estejam envolvidos em seus torneios. A Rússia, por exemplo, está banida das competições de seleções desde 2022, após a invasão e os ataques à Ucrânia.
Fonte: r7


