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29/08/2014 08h15

Devido aos ‘Faks’ as redes sociais estão perdendo a credibilidade

Redação (TP)

CONJECTURAS

EVANGÉLICOS

  • O número de candidatos que se declararam pastores nas eleições deste ano aumentou 70% em relação à disputa de 2010. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 276 candidatos incluíram a identificação de pastor nos nomes que aparecem nas urnas — a maioria busca uma cadeira como deputado estadual ou federal.

O Rio é o segundo estado com o maior número de candidatos que se identificam como pastores: são 36, um a menos do que São Paulo, que tem 37. No Rio, o aumento foi de 125% em quatro anos.

O aumento de líderes evangélicos candidatos tem provocado disputas internadas pelo voto dos fiéis, que representam 22% da população brasileira, segundo o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

INCÊNDIO

  • Bravos os homens do Corpo de Bombeiros de Pedro Juan e Ponta Porã. Mais uma vez temos que dar esse destaque para as corporações. Estivemos na noite de quarta-feira no incêndio em um prédio no centro de Pedro Juan e constatamos o quanto esses valentes trabalham para evitar o pior.

LEVANTAMENTO

  • Com a ajuda de um instituto comercial de pesquisas, com sede em Campo Grande, estamos rodando um minucioso levantamento em Ponta Porã para consumo interno. Nada para divulgar ou com objetivo tendencioso. Vamos saber por exemplo, situações nas áreas de saúde, educação, infraestrutura, comércio, saber o que o pontaporanense pensa, por exemplo, sobre as lojas francas, se acredita realmente nos dividendos.

Serão três meses para a coleta final de dados e mais um mês e pouco para fechamento dos números. Mas teremos dados interessantes em mãos. Talvez seja uma pesquisa inédita em Ponta Porã. Pelo menos que tenha conhecimento.

Vale ressaltar que esse trabalho não tem nenhum cunho político ou religioso.

EM BAIXA

  • “A última moda em matéria de campanhas eleitorais, as redes sociais, não passaram no teste da credibilidade. Nada mais nada menos do que 73,8% dos entrevistados, na pesquisa MDA/Confederação Nacional do Transporte, não acreditam na veracidade das informações que recebem pelas redes sociais.

Apenas 7% dos ouvidos, entre os dias 21 e 24 de agosto, disseram que elas poderiam influenciar seu voto. Elas perderam de goleada para a propaganda na TV, 44,8%; e, para as reportagens veiculadas na mídia, 23,8%.

Diante dos dados recebidos por essas redes, 52,4% deles tem o hábito de conferir para saber se é mentira ou verdade. Outros 47% nem se dão a esse trabalho. Esses índices não são pouca coisa, pois eles se referem aos 52,3% que tem acesso às redes sociais.

Isso significa que há pessoas físicas e jurídicas ganhando dinheiro a despeito da baixa credibilidade de seus serviços. E que há campanhas pagando caro por um instrumento de validade duvidosa.”

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