03/09/2014 08h10
Secretá rio chama movimento dos servidores da prefeitura de ‘baderna’
Divulgação (TP)
CONJECTURAS
NOVO TOM
- A campanha da presidente Dilma Rousseff (PT) subiu o tom das críticas contra Marina Silva (PSB), que apareceu empatada com a candidata à reeleição na liderança na última pesquisa Datafolha de intenções de voto.
No programa de ontem, terça-feira (2), a campanha da petista comparou Marina aos ex-presidentes Jânio Quadros e Fernando Collor pela falta de apoio político que ambos contavam no Congresso Nacional em suas respectivas gestões.
Ao citar que a atual base de Marina conta com 33 deputados na Câmara e que é necessário 129 para aprovar um projeto de lei. “Como é que você acha que ela vai conseguir esse apoio sem fazer acordos? E será que ela quer? Será que ela tem jeito para negociar?”, questiona a propaganda.
DECLARAÇÕES
- O secretário de Administração Paulo Roberto da Silva (PT) foi no mínimo infeliz ao afirmar que o movimento desencadeado por servidores das secretarias de Obras e Saúde não passa de uma “baderna de um reduzido grupo”. Se essa afirmação tivesse partido de qualquer outro, eu entenderia. Mas vindo de um petista de carteirinha e com a trajetória política do secretário, ele foi no mínimo infeliz para não dizer outra coisa. O secretário precisa defender com unhas e dentes a administração, mas daí desqualificar e menosprezar os servidores em suas reivindicações, já é outra coisa.
Passarinho azul piou ontem que já pediram a cabeça do secretário, principalmente a base aliada ao prefeito Ludimar Novais (PPS) na Câmara Municipal.
SEM APITO
- Mesmo passarinho assoprou que o secretário Paulo Roberto da Silva perdeu todo e qualquer poder de ação dentro do contexto da administração municipal. “Ele estava com asas próprias e cortaram antes que levantasse voo alto demais”, disse nosso informante ‘number one’.
Mas o Paulinho é gente boa e apenas e tão somente vestiu a camisa do seu time atual.
FANTASMAS
- Causou alvoroço e fez ferver todos os caldeirões declarações de uma destacada liderança indicando supostos ‘fantasmas’ que estariam perambulando pelo Paço Municipal em Ponta Porã. As declarações devem render e haverá desdobramentos. Esse fato ouvi semana passada entre um gole e outro de tereré pelos altos dos Ipês II. Mas, como tudo ainda está na base das especulações, vamos acompanhar as sequelas.
GASOLINA
- Sem tem algo que chama a atenção é o valor do litro da gasolina. Entre Ponta Porã e Campo Grande, é possível encontrar valores diferentes nas bombas. Enquanto por aqui o litro varia entre R$ 3,15 a R$ 3,19 (a comum) em Campo Grande a guerra entre os postos revendedores derrubou o litro a R$ 2,650 (comum).
Um disparate sem precedentes na história deste Estado.


