O Ministério da Educação (MEC) lançou o Clima Escolar Positivo: guia para o processo de melhoria contínua das escolas. O material busca fortalecer a convivência, a participação e a proteção nas escolas que ofertam os anos finais do ensino fundamental, destacando a importância do clima escolar e de ambientes acolhedores para a aprendizagem. O documento oferece subsídios práticos para as escolas realizarem diagnósticos sobre o clima escolar, planejarem ações e acompanharem processos de melhoria contínua.
Segundo a diretora de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Tereza Santos Farias, o material demonstra o compromisso da pasta com a promoção de ambientes escolares mais acolhedores e seguros. “Esse instrumento surge em resposta aos apontamentos feitos pelos mais de 2 milhões de jovens que participaram da Escuta Nacional das Adolescências. Eles nos disseram que as escolas devem cuidar e preocupar em organizar uma melhoria contínua dos processos de convivência. O guia, então, busca promover a convivência democrática entre os estudantes, baseada em empatia, participação e respeito a todas as diversidades”.
Tereza explica que a adolescência é uma fase marcada por profundas transições, tanto físicas quanto psicológicas, e que as relações de convivência são fundamentais para garantir que os jovens possam atravessar o final da infância e chegar ao marco do desenvolvimento humano. Para a diretora, ao seguir as propostas do guia, as escolas poderão convidar seus estudantes a participarem da construção do ambiente, permitindo que expressem suas necessidades.
Elaborado no contexto do programa Escola das Adolescências, o material dialoga com outras iniciativas do MEC, como o Programa Escola que Protege e a Semana da Escuta das Adolescências, reforçando a centralidade das relações escolares para o desenvolvimento integral dos estudantes. O guia é resultado do trabalho colaborativo entre o MEC, o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), redes de ensino e escolas de todo o país. A elaboração técnica e a pesquisa foram coordenadas pela Fundação Carlos Chagas (FCC), com apoio da Fundação Roberto Marinho, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e da Roda Educativa.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)
Fonte: Ministério da Educação

