Ministro da Justiça e Segurança Pública participa da abertura do Ano Judiciário de 2026 no STF

Evento marca o reinício dos prazos processuais e das sessões de julgamento nas cortes superiores. Foto: Gustavo Moreno/STF

Brasília, 02/02/2026 – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, participou, nesta segunda-feira (2), da cerimônia solene de abertura do Ano Judiciário de 2026, realizada no Supremo Tribunal Federal (STF), na capital federal. A sessão marcou a retomada das atividades do Judiciário após o recesso institucional e reuniu autoridades do Executivo, Legislativo e Judiciário, magistrados e representantes de instituições públicas, reafirmando o compromisso com o diálogo republicano, a estabilidade democrática e a observância da Constituição Federal. A presença do ministro Wellington César Lima e Silva reforçou a importância da cooperação institucional entre os Poderes.

Na abertura dos trabalhos, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, destacou a responsabilidade institucional da Corte diante dos desafios contemporâneos. Na ocasião, o presidente do STF defendeu respostas rápidas no enfrentamento ao crime organizado e anunciou que, no próximo mês, será lançado um painel nacional sobre o tema. Segundo Fachin, cabe ao Supremo e ao Judiciário fixar jurisprudência criminal e julgar com celeridade os casos apresentados pelo Ministério Público.

“Abrimos o Ano Judiciário de 2026 com plena consciência de que momentos de adversidade exigem mais do que discurso. Pedem responsabilidade institucional, clareza de limites e fidelidade absoluta à Constituição da República”, afirmou. “Será apresentado, em março vindouro, o painel nacional sobre a criminalidade organizada. Também será instituída a rede nacional de juízes especializados em crime organizado”, destacou.

A cerimônia seguiu o rito tradicional de abertura do Ano Judiciário e simboliza o reinício dos prazos processuais e das sessões de julgamento nas cortes superiores.

Foto: Gustavo Moreno/STF
Foto: Gustavo Moreno/STF

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública