Partiu IF: saiba como concorrer a uma das 26 mil vagas pelo país

Foto: João Stangherlin/MEC

O Ministério da Educação (MEC) está ofertando, neste ano, 26 mil vagas do Programa Nacional de Promoção de Igualdade de Oportunidades para acesso de estudantes da rede pública de ensino à Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Partiu IF). Os editais de seleção já estão sendo publicados pelas instituições que irão oferecer o curso em 2026 — serão 37 institutos federais, o Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais e o Colégio Pedro II, localizado no Rio de Janeiro. As vagas são distribuídas por meio de sorteio. 

O primeiro passo para se inscrever é acessar o edital no portal oficial da instituição de escolha — a lista completa das instituições participantes está disponível na página do programa. No edital, o estudante pode consultar o local de inscrição mais próximo de sua residência e a data do resultado do sorteio. As aulas estão previstas para começarem em abril. 

Para concorrer, o estudante deverá comparecer ao local indicado no edital e apresentar, no ato da inscrição, uma série de documentos comprovatórios, como RG ou Certidão de Nascimento; CPF; comprovante de residência; e declaração de matrícula em escola pública. No caso dos candidatos que querem concorrer a vagas de ação afirmativa (baixa renda, negros, pardos, indígenas e pessoa com deficiência), o edital da instituição também define a documentação necessária que deve ser apresentada em cada caso. Com a inscrição confirmada, basta aguardar o resultado do sorteio e realizar a matrícula, caso seja selecionado. 

Partiu IF – O Partiu IF busca facilitar o acesso ao ensino médio técnico ofertado pela Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica a adolescentes em situação de vulnerabilidade, ao reduzir desigualdades de aprendizado em matemática, língua portuguesa e ciências da natureza, e enfrentar os impactos da pandemia da covid-19 na aprendizagem. Além disso, o curso oferece acompanhamento psicopedagógico, orientação acadêmica e oficinas de redação. A carga horária total é de 320 horas. 

O público do programa são estudantes do 9º ano que cursaram integralmente o ensino fundamental na rede pública e são pertencentes a grupos prioritários definidos pela Lei de Cotas (Lei nº 14.723/2023): aqueles oriundos de famílias com renda por pessoa de até um salário mínimo; negros; indígenas; quilombolas; e pessoas com deficiência. Os alunos matriculados receberão uma bolsa de R$ 200 por mês, durante oito meses. O pagamento da ajuda de custo para permanência será feito pelas instituições, após o início dos cursos. 

Assessoria de Comunicação Social, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação