Brasília/DF. A Polícia Federal recebeu, no dia 12/2, na Superintendência Regional no Amazonas, novos equipamentos forenses de alta tecnologia destinados ao fortalecimento das investigações de crimes ambientais e de delitos praticados contra comunidades indígenas. A solenidade de entrega do equipamento DCS-6 (Foster & Freeman), destinado ao uso no Núcleo de Identificação, foi realizada na ocasião.
A Diretoria de Polícia Administrativa, por intermédio do Instituto Nacional de Identificação, recebeu da Diretoria da Amazônia e Meio Ambiente uma estação de trabalho DCS-6 e dois tablets 8K – ForenScope, resultado da aquisição realizada pela DAMAZ/PF, que superou R$ 4 milhões, com o objetivo de fortalecer a capacidade pericial e de apoiar investigações e operações voltadas à repressão de crimes ambientais e de delitos praticados contra comunidades indígenas.
O equipamento DCS-6, em uso no NID da Superintendência Regional no Amazonas, consiste em uma estação de trabalho completa voltada à detecção, à captura e ao aprimoramento de imagens de impressões papilares. É composto por câmera fotográfica digital modificada, por fontes de luz forense, por filtros ópticos e por computador com software dedicado. Trata-se da versão mais moderna atualmente disponível no mercado e do único equipamento em operação fora dos Estados Unidos. O sistema oferece alto contraste e elevada nitidez das imagens, ampliando a confiabilidade técnica dos vestígios coletados.
Além disso, todas as etapas do processo são registradas, assegurando a integridade das imagens e a rastreabilidade da cadeia de custódia, requisito essencial para a utilização das digitais como meio de prova em investigações e em processos judiciais.
Os tablets 8K – ForenScope – sendo um destinado à Superintendência Regional no Amazonas e outro à Superintendência Regional no Mato Grosso do Sul, possibilitam a visualização e o registro de impressões papilares latentes — invisíveis a olho nu — diretamente em locais de crime, recurso indisponível na maioria dos equipamentos convencionais utilizados em perícias no país.
Com essa tecnologia, espera-se conferir maior celeridade ao processamento de grandes áreas e otimizar a coleta de vestígios.
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Fonte: Polícia Federal

