Planejamento energético: entenda as diferenças entre o PDE 2035 e o PNE 2055

- Foto: Arte/MME

O Brasil conta com um sistema consolidado de planejamento energético que combina previsibilidade, base técnica e visão de futuro. O Plano Decenal de Expansão de Energia 2035 (PDE 2035) e o Plano Nacional de Energia 2055 (PNE 2055) são instrumentos complementares que orientam tecnicamente decisões públicas e privadas. O PDE trabalha com horizonte de 10 anos, é atualizado anualmente e projeta o cenário mais provável para o setor a partir de políticas já vigentes, indicando necessidades de expansão, segurança do suprimento e oportunidades de investimento. Já o PNE adota horizonte de 30 anos, com atualizações quinquenais, e avalia múltiplos cenários para subsidiar escolhas estratégicas de longo prazo, considerando tendências tecnológicas, descarbonização, inclusão e resiliência do sistema.

Enquanto o PDE detalha a expansão indicativa da oferta, da infraestrutura e dos combustíveis no decênio – incluindo crescimento da geração elétrica, ampliação da transmissão e avanço dos biocombustíveis -, o PNE examina transformações estruturais, como a eletrificação crescente da economia, a redução da participação de derivados de petróleo e a incorporação de tecnologias emergentes, a exemplo do hidrogênio e da captura de carbono. Em conjunto, os dois planos reforçam o planejamento como política de Estado e como ativo estratégico para garantir segurança energética, atrair investimentos e apoiar o desenvolvimento sustentável do país.

Entenda abaixo as principais diferenças entre o PDE 2035 e o PNE 2055.

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Fonte: Ministério de Minas e Energia