O corpo de Isabela Miranda Borck foi encontrado em 16 de janeiro de 2026, em uma área rural de Caraá, no RS (Rio Grande do Sul), após ficar 45 dias desaparecida.
O homem suspeito de sequestrar e matar a própria filha, de 17 anos, em SC (Santa Catarina), foi denunciado pelo MPSC (Ministério Público de Santa Catarina) por sequestro qualificado, feminicídio majorado e ocultação de cadáver. Ele fugiu, mas foi encontrado e preso em Maracaju.
O corpo de Isabela Miranda Borck foi encontrado em 16 de janeiro de 2026, em uma área rural de Caraá, no RS (Rio Grande do Sul), após ficar 45 dias desaparecida.
Conforme a denúncia do MPSC, na madrugada de 30 de dezembro de 2025, em Itajaí (SC), o pai tirou a adolescente de casa à força, utilizou um dispositivo de eletrochoque para ameaçá-la, colocá-la em um veículo e levá-la ao local do crime, em uma região rural da cidade.
Depois do assassinato, a denúncia indica que o acusado viajou até Caraá, no RS (Rio Grande do Sul), com o corpo da filha. Ele teria ocultado o cadáver em uma valeta, em área de mata fechada, em um sítio que seria seu.
O MPSC aponta, ainda, que o crime foi motivado por vingança, já que suspeito havia sido condenado a 16 anos de prisão pelo estupro da filha, quando ela era criança. Desde a acusação, a jovem tinha medida protetiva em vigor contra o pai, que proibia qualquer contato entre os dois.
A denúncia aponta também o emprego de meio cruel e de recursos que dificultaram a defesa da vítima, como a imobilização com abraçadeiras plásticas e a utilização de fita adesiva.
Após o início das buscas, o homem fugiu e foi preso em Maracaju, interior de MS (Mato Grosso do Sul). O MP requereu a submissão do réu a julgamento pelo Tribunal do Júri e a fixação de indenização mínima de R$ 100 mil à família da vítima, a título de reparação pelos danos causados.
Fonte: Midiamax/Com informações de CNN Brasil

