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quinta-feira, 24 de setembro, 2026

Reinaldo foi divisor de águas na segurança pública e trocou viaturas de 1970 por veículos modernos

“Tínhamos uma frota absolutamente sucateada. Retiravam motor de uma viatura para colocar em outra, para fazer rodar e prestar serviço à população.” A lembrança é do presidente da Associação de Oficiais do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul (AOCBMMS), coronel Luidson Borges Tenório Noleto, ao recordar as condições enfrentadas pela corporação antes de Reinaldo Azambuja assumir o Governo de Mato Grosso do Sul.

Na avaliação do oficial, houve um divisor de águas na segurança pública estadual, especialmente no Corpo de Bombeiros, a partir dos investimentos realizados durante a gestão de Reinaldo, com avanços na renovação da frota, aquisição de equipamentos e melhorias na estrutura das unidades. “Foi no governo do Reinaldo que nós tivemos uma renovação da nossa frota. Os equipamentos de proteção individual eram utilizados coletivamente, o que prejudicava e comprometia, inclusive, a saúde dos nossos militares. Isso foi equalizado no governo do Reinaldo”, afirmou.

Além dos equipamentos individuais aos militares, a gestão também promoveu reformas nas instalações da corporação. “Não é proselitismo político, é reconhecer o trabalho que o Reinaldo fez ao longo do governo dele na segurança pública, especialmente no Corpo de Bombeiros”, completou.

Entre as iniciativas, o Corpo de Bombeiros recebeu uma nova auto escada “Magirus” para atuação em salvamentos e no combate a incêndios em grandes alturas. O equipamento foi adquirido por R$ 7,48 milhões e passou a substituir uma estrutura antiga que apresentava graves problemas de funcionamento. A nova escada tem 60 metros de altura, o dobro da anterior.

“Nós tínhamos uma escada da década de 1970 que simplesmente não funcionava e colocava em risco a vida dos militares. Colocava, inclusive, em risco os operadores, porque, quando ela era totalmente elevada, descia. Se tivesse um bombeiro nela, poderia até amputar as pernas por conta do peso dos lances da escada”, relatou o coronel.

Noleto também recordou que, naquele período, ainda havia caminhões de quase 50 anos atrás em operação. “Nós tínhamos, naquela época, caminhões de 1970 ainda rodando, que depois foram encaminhados para leilão com o advento do governo dele”, contou.

AVANÇOS NA PM – O presidente da Associação dos Oficiais Militares Estaduais de Mato Grosso do Sul, coronel Juracy Pereira da Paz, também destaca avanços durante a gestão Reinaldo, especialmente em equipamentos, viaturas, armamentos e coletes.

“Antes do governo dele, chegamos a passar por momentos em que não tínhamos o armamento adequado para trabalhar, não tínhamos as condições adequadas. Após o Reinaldo assumir o governo, além desses investimentos, também houve avanços na questão salarial. Tudo melhorou para nós”, disse.

Para Pereira, a mudança também alcançou as negociações relacionadas à carreira dos militares. “Como presidente de entidade associativa, posso dizer com toda certeza que houve uma mudança de paradigma. Conseguimos avançar em muitas questões, principalmente nas nossas negociações salariais e nas negociações relacionadas à carreira”, completou.

O coronel também defendeu a importância de uma representação no Congresso Nacional capaz de buscar recursos e fortalecer as políticas de segurança pública em Mato Grosso do Sul.

DESAFIO EM BRASÍLIA – Candidato ao Senado Federal, Reinaldo afirma que o desafio em Brasília será de continuar apoiando as forças de segurança por meio da destinação de recursos, mas também atuar em discussões nacionais que tenham impacto direto na segurança pública. Entre os temas citados pelo candidato está a redução da maioridade penal.

“O Senado é uma casa onde serão discutidas muitas coisas. Nós precisamos endurecer essas leis penais no Brasil. Precisamos discutir essa questão da maioridade penal, baixar isso para 16 anos, porque tem muito menor que sabe cometer crime, mas não pode ficar preso”, afirmou.

Outro ponto destacado por Reinaldo é a responsabilidade pelo enfrentamento ao crime transfronteiriço. Mato Grosso do Sul possui uma extensa faixa de fronteira e precisa de uma presença maior das forças de segurança nacional em apoio ao trabalho feito pelas polícias estaduais através do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) e do Batalhão de Polícia Militar Rodoviária (BPMRv). “Não dá para aceitar que um Estado que tem 1,4 mil quilômetros de fronteira faça sozinho a segurança da fronteira”.