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domingo, 18 de outubro, 2026

Veja como metas que cidades do Mato Grosso do Sul precisam cumprir para reabrir

Correio do Estado

Confira os critérios da Organização Pan-Americana de Saúde para uma recuperação segura de atividades no Estado

A partir deste fim de semana, o governo de Mato Grosso do Sul vai colocar em prática, por meio de decreto, um plano de reforma do cotidiano que vem sendo desenvolvido há menos de um mês. Como prefeituras e o Estado de cumprir metas definidas pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), braço da Organização Mundial de Saúde (OMS) nas Américas.

Como más notícias para a população de municípios com aumento de casos, como deficiências no monitoramento confirmado e seus contatos e também com pouca disponibilidade de equipamentos de proteção individual estão levando o Estado cada vez mais perto de tomar medidas mais rígidas de isolamento.  

Há tópicos do plano de recuperação supervisionado pela Opas, por exemplo, no Mato Grosso do Sul apresenta respostas satisfatórias, como uma boa quantidade de testes, necessárias para os próximos 37 dias e também uma redução do estágio entre profissionais de saúde, menor nos últimos dias.  

Nesta 26ª semana epidemiológica, o Mato Grosso do Sul apresenta uma nota 5,80. Os critérios de Opas / OMS executam da seguinte forma: quanto mais próximo de 10, estão perto de liberar total, e quanto menor a pontuação, mais próximo de um fechamento total (bloqueio).  

Em dezembro do ano passado, por exemplo, quando uma pandemia de coronavírus ainda era muito distante no Mato Grosso do Sul e no Brasil, uma nota do estado era 7,21. Esta é uma nota da primeira semana epidemiológica do OMS.  

Na 12ª semana epidemiológica, quando o primeiro caso de coronavírus chegou ao Mato Grosso do Sul, uma nota do estado 6,27. Como medidas de isolamento dos dias seguintes aos primeiros casos, levaram o índice de recuperação a subir para 6,33.  

Entre os fatores que mantêm o Estado ainda distante de uma reabertura – quando as aulas podem retornar a atividades e atividades presenciais como entretenimento noturno podem ser restabelecidas – está aumentando as internações. Na média do Estado, 5,69% dos leitos reservados para pacientes com síndrome respiratória aguda grave (Covid-19 e outras doenças respiratórias) estão ocupados. Esse número deve estar menor para o retorno de mais atividades.  

“Vamos parar por meio de locais onde temos maior contaminação e evitar paralisações onde podemos preservar a saúde econômica”, explicou o governador Reinaldo Azambuja.

Veja como metas que cidades do Mato Grosso do Sul precisam cumprir para reabrir

CRITÉRIOS

Basicamente, os critérios de Opas / OMS são divididos em vários núcleos. Atualmente, o Mato Grosso do Sul tem uma cor laranja e segue em direção à vermelha. Nesse critério, medidas mais rigorosas, como as cidades do Estado implantadas no fim de março, que podem executar ou executar somente atividades essenciais, são usadas.  

No início da pandemia, o Mato Grosso do Sul estava na bandeira amarela, que restringiu as atividades que representam maior risco para o controle do estágio.

Nos extremos, há uma bandeira vermelha, em que há restrição de locomoção dos cidadãos, e a bandeira verde, em apenas medidas de distância social.  

“O projeto é uma mistura do que já foi feito aqui no país, como os planos feitos no Rio Grande do Sul, no Espírito Santo, em Minas Gerais e em São Paulo”, explicou o secretário de Saúde, Geraldo Resende.

CIDADES

Atualmente, segundo ou plano de reforma, Miranda, Corumbá, Nova Alvorada do Sul, Costa Rica, Batayporã, Vicentina, Deodápolis, Douradina, Ponta Porã e Antônio João usa uma melhoria considerável de seus índices e faz uma grande diferença na utilização de medidas mais adequadas rigorosas.  

Na Capital, uma nota da Opas / OMS é bem maior do que todo o Estado: 6,47. Em Dourados, uma nota é 6,86; em Corumbá, 5,69; e em Três Lagoas, 5,72.

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