Ponta Porã, Quinta-feira, 18 de janeiro de 2018
18/08/2014 08h30

Leia a Coluna Conjecturas de hoje segunda-feira (18), com Carlos Monfort

A política tem um dinamismo sem precedentes e daí dizem, ela flutua igual nuvem ao céu.

Divulgação (TP)
 

MOBILIZAÇÃO

O movimento político foi intenso no fim de semana em Ponta Porã, com os principais candidatos iniciando de vez a campanha eleitoral. Enquanto o prefeito Ludimar Novais (PPS), apresentava Álvaro Soares como seu candidato a deputado estadual de Ponta Porã, o pedetista Oscar Goldoni preparava o lançamento oficial da campanha e o tucano Flávio Kayatt fez panfletagem na avenida Brasil, esquina com a rua 7 de setembro. Isso no âmbito da Assembleia Legislativa.

Para a Câmara Federal, o empresário Evaldo ‘China’ Pavão também apresentou no fim de semana sua candidatura pelo PSL, enquanto o vereador Marcelino Nunes intensificou sua campanha.

DINAMISMO

  • A política tem um dinamismo sem precedentes e daí dizem, ela flutua igual nuvem ao céu. A cada instante, um novo cenário, uma nova panorâmica, uma dinâmica momentânea e paradoxal. Particularmente a eleição em Ponta Porã está dividida em três grupos, podemos classificar.

A do grupo do prefeito Ludimar Novais que aposta todas as fichas na eleição de Álvaro Soares (PT do B), em um segundo grupo onde figuram os ex-prefeitos Flávio Kayatt (PSDB) e Oscar Goldoni (PDT) de oposição ao atual prefeito e num terceiro grupo gravitam as demais candidaturas.

SUCESSÃO

  • No sábado, enquanto a movimentação política corria solta, em uma roda de tereré alguém comentou que o prefeito Ludimar Novais mostra ousadia política ao apoiar o ex-vice-prefeito Álvaro Soares a deputado estadual. Álvaro, lembraram, está na chapa do candidato Nelsinho Trad (PMDB) e recebe o apoio do prefeito Ludimar que já declarou publicamente seu apoio ao senador Delcídio do Amaral.

CONTRAPONTO

  • Mas o apoio do prefeito Ludimar Novais – entendem os analistas – é para se contrapor às candidaturas de Kayatt e Goldoni, já que ambos são candidatíssimos à sucessão municipal em 2016, quando o atual prefeito deve tentar a reeleição.

E esses mesmos analistas entendem que, eleito, Álvaro Soares se torna candidato natural a prefeito, seu sonho de consumo político desde a época de movimento estudantil.

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