Daltro Fiuza, Heliomar-Klabunde, João-Cassuci e Álvaro Urt - Foto: Reprodução

Candidatos mais votados tiveram como candidaturas indeferidas pelo TSE; Casos de casos, podem ocorrer novas descobertas em 15 dias.

Dos 79 municípios de Mato Grosso do Sul, quatro estão sem prefeitos definidos, pois os mais votados tiveram suas candidaturas indeferidas pelo Tribunal Regional Eleitoral do Estado (TRE-MS). Ou seja, até que esses processos sejam julgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os eleitores de Angélica, Bandeirantes, Sidrolândia e Paranhos, não sabe quem será o mandatário municipal dos próximos 4 anos.  

Esse candidatos concorrem ao pleito com a nomenclatura sub judice. Os votos deles foram computados pela Justiça Eleitoral, porém correm o risco de serem considerados inválidos. Contudo, caso os recursos dos indeferidos não sejam concedidos positivamente pelo Tribunal, esses recursos podem ter novas atualizações em até 15 dias.  

Ao contrário de outras alternativas, essa de 2020 contou com o estatuto de candidatos indeferidos com recurso, ou seja, que foram reprovados nas regras regionais da Justiça Eleitoral, mas que recorreram da decisão.

Apesar da negativa dos tribunais locais, esses nomes continuaram nas urnas, sendo que seus votos foram computados somados aos válidos.

Legalmente, os indeferidos com recurso puderam concorrer normalmente e só podem ser diplomados como prefeitos e empossados ​​no cargo após serem devidamente julgados.

De acordo com o TSE, ao todo, 15 candidatos concorreram às prefeituras em Mato Grosso do Sul com essa condição nessas alterações.  

Em Angélica, João Cassuci (PDT) obteve 53,02% dos votos (3.294). Já em Paranhos, o primeiro colocado por Heliomar Klabunde (MDB), que obteve 3.912 votos, 61,67%. Nessas duas cidades jovens apenas dois candidatos.

Em Sidrolândia, o vencedor do pleito foi Daltro Fiuza (MDB), que conseguiu 10.646 votos (46,44%). Em Bandeirantes, o prefeito eleito sub judice, Álvaro Urt (DEM), buscou a reeleição contra quatro candidatos e teve 50,63% (2.280) da preferência do eleitorado.  

Fonte: Correio do Estado

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