João Natalicio
João Natalicio

INFORME JN

DE NOVO

* Pelo andar da carruagem deverá ficar tudo como antes no quartel de Abrantes. Em virtude de um posicionamento estratégico do presidente Jair Bolsonaro que publicou um manifesto à Nação pregando harmonia entre os poderes da República, o país passou a conviver com novos momentos de postura e de tomada de decisões. Todo mundo baixou a bola e passou a agir de maneira diferente. Assim foi com o Executivo, Supremo Tribunal Federal, Câmara dos Deputados e presidência do Senado. Até o presidente Bolsonaro e o ministro Alexandre de Moraes andaram trocando carícias democráticas. Por conta dessa calmaria o dólar baixou e a inflação parou de crescer. Por um momento o Brasil deixou transparecer que estava tomando novos rumos.

* Infelizmente alguns senadores estavam se lixando para a pacificação do país. Uns poucos senadores que usam a CPI da Pandemia pra se promover, a começar pelo relator Renan Calheiros (MDB) não pensam no Brasil e muito menos no bem-estar da República. De repente, eles começaram a convocar pessoas para depor na CPI que nada tinham a ver com a discussão do vírus covid-19, mas com um único objetivo: prejudicar a imagem do presidente da República que eles tanto odeiam.

* Resultado: o dólar voltou a subir, a inflação, as incertezas e preocupações aumentaram. Certamente o que os senadores da CPI do Senado não sabem ou fingem que não sabem, é que o Decreto do Estado de Sítio ainda permanece bem à vista na mesa do Gabinete do presidente da República. Só está faltando a assinatura do presidente Jair Bolsonaro, o que pode acontecer a qualquer momento dependendo do comportamento dos membros da CPI da Pandemia. Não se iludam, políticos esquerdistas, o primeiro a ser preso seria o relator Renan Calheiros e outros fomentadores de confusão que sonham em ver Bolsonaro com a corda no pescoço, fato que jamais vai acontecer porque Deus é fiel e ama a justiça.

DE PASSAGEM

* Quinta-feira da semana passada o ministro do Turismo do Brasil desembarcou no Aeroporto de Ponta Porã de passagem para as cidades de Dourados e Bonito. O prefeito Hélio Peluffo (PSDB) e alguns secretários foram recepcionar o ministro Gilson Machado Neto no Aeroporto e espera-se que eles tenham informado o dito-cujo que ele estava em território brasileiro a poucos metros do Paraguai. Embora seja meio esquecida por Brasília e só lembrada quando algum fato negativo acontece, Ponta Porã é uma cidade hospitaleira e recebe muitos turistas de todo o Brasil. É só conferir.

* Outra possibilidade: Ponta Porã pode até eleger o próximo vice-governador de Mato Grosso do Sul ou um senador da República. Eu não estou sonhando, é um fato. Em tempos idos, quando o número de eleitores era muito inferior que hoje esta fronteira abençoada já elegeu um Senador da República, deputados federais e dois e ou três deputados estaduais numa mesma legislatura. E agora?

* Não custa nada esta fronteira abençoada tentar outra vez ser o que era politicamente no passado. É só os partidos políticos se organizarem melhor, pensarem mais em Ponta Porã e firmando o pensamento positivo de que a união faz a força. Vamos lá, pessoal! 2022 está aí de portas abertas para projetar Ponta Porã e fazer desta fronteira muito mais do que ela foi no passado politicamente.

CIDADE ALEGRE

* Sábado passado à noite resolvemos dar um passeio por vários pontos da cidade de Ponta Porã. E o que vimos? Simplesmente uma cidade alegre, feliz, ruas e avenidas repletas de carros indo e vindo; muitos centros de diversões lotados de jovens se divertindo, bares e restaurantes lotados com muita música e alegria generalizada. Infelizmente quase ninguém usando máscara e sem obedecer o distanciamento. Tudo funcionando como antes da pandemia e trazendo de volta a alegria para a cidade.

* Pelo andar da carruagem parece que as restrições não estão sendo mais obrigatórias ou então as autoridades do município resolveram dar uma trégua para ver como é que fica daqui para a frente. Convém destacar que dia desses o presidente da Assembleia Legislativa afirmou que até outubro o coronavírus estará desaparecido de Mato Grosso do Sul. Que Deus o ouça, deputado!

J. N. Oliveira

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