19/02/2018 09h10

Leia a Coluna do Jornalista Roberto Costa (19)

SAUDADE – Parece que o PROCON de outrora era mais rápido, agia priorizando os direitos do consumidor.

Divulgação (TP)
 
 

INTERVENÇÃO I - A oposição, não na sua maioria, está deixando transparecer que "o melhor para o Rio de Janeiro é a proliferação da violência" ao anunciar que vai votar contra a aprovação do projeto.

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INTERVENÇÃO II – O temor dos oposicionistas é de que a decisão tomada pelo presidente Michel Temer dê certo. Estão priorizando a política e não a vida das pessoas.

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INTERVENÇÃO III – O advogado e deputado federal Fábio Trad, do PSD-MS, tomou a decisão de votar pela aprovação da matéria por entender que ‘a vida não preço e muito menos coloração partidária’.

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INTERVENÇÃO IV - Para Trad, medida a decisão tomada pelo Governo pode ser arriscada para os cariocas e, se falhar, pode entregar de vez o Rio de Janeiro para criminalidade. "Torço para que dê certo", concluiu.

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BICHO PREGUIÇA – Quando se trata de reduzir o preço dos combustíveis nas bombas, salvo engano, parece que "o sistema emperra, trava, bloqueia, enfim, não permite concessão do ‘beneficio ao consumidor’".

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SAUDADE – Parece que o PROCON de outrora era mais rápido, agia priorizando os direitos do consumidor.

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COMO ASSIM? – Ao confirmar que o PSDB terá candidato a governador nas eleições de outubro, o eleitor sul-mato-grossense não conseguiu interpretar se Reinaldo Azambuja sairá à reeleição.

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PRÉ-CAMPANHA – O presidente regional do MDB, André Puccinelli, está percorrendo o Estado em busca de apoio político ao projeto que, caso eleito, irá colocar em prática na administração estadual.

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LISTA DE APOIO – Outro que está buscando ampliar sua lista de apoio é o juiz federal aposentado, Odilon de Oliveira, nome anunciado pelo PDT para a disputa do Governo do Estado.

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POLÍCIA – O crime de latrocínio (roubo seguido de morte) que vitimou uma comerciante de Sidrolândia foi rapidamente solucionado pelo GOI – Grupo de Operações e Investigações,

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EXPECTATIVA I - O Palácio do Planalto não liberou até agora os R$ 2 bilhões prometidos para dezembro a prefeitos de todo o País. O dinheiro foi usado como barganha para negociar e pressionar deputados que votassem a favor da reforma da Previdência.

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EXPECTATIVA II – Dos R$ 2 bilhões previstos, as 79 prefeituras de Mato Grosso do Sul têm direito a pouco mais de R$ 29 milhões pelo mesmo critério de divisão proporcional do FPM.

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OSCAR NIEMEYER – "Desejo ver um mundo melhor, mais fraternal, em que as pessoas não queiram descobrir os defeitos das outras, mas sim, que tenham prazer de ajudar o outro".

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