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Política e muito mais

05/11/2018 15h10 - DN

 

BRASIL EM FESTA

  • Não deu outra: o Brasil inteiro ainda está em festa com a vitória expressiva do capitão e deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) para Presidente da República. Do jeito que o Brasil queria e o mundo inteiro aplaudiu.

  • Durante toda a semana presidentes e mandatários das principais nações do planeta manifestaram satisfação, confiança e tranquilidade com a eleição de Bolsonaro. Através de telefonemas pessoais dos presidentes de países como Estados Unidos, Alemanha, França, Itália, Chile e Argentina se colocaram à disposição do novo presidente eleito do Brasil.

  • Até o "ditador" da Venezuela, Nicolas Maduro, se disse feliz com a eleição de Jair Bolsonaro para a Presidência do Brasil e já propôs uma relação diplomática entre os dois países. Ainda na noite de domingo, 28, o glorioso Bolsonaro foi surpreendido por uma ligação pessoal do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que considerou

o presidente eleito do Brasil como o novo Trump dos brasileiros.

  • Falar nisso, os grandes analistas políticos e econômicos que se manifestaram através das grandes redes de televisão como Globo, Bandeirantes, SBT, Rede TV e Record elogiaram muito o discurso de Jair Bolsonaro após a vitória nas urnas. Por outro lado, criticaram sem dó nem piedade o discurso belicoso de Haddad que em nenhum momento citou o nome de Bolsonaro e nem o parabenizou pela vitória nas urnas como normalmente acontece com os candidatos derrotados. Fernando Haddad foi deselegante e nem colocou em prática a democracia que ele tanto prega.

  • Acho que isso foi um comportamento de momento no calor da derrota, mas depois passa e tudo pode voltar às boas. Quando Fernando Haddad souber que na vitória da petista Dilma Rousseff contra o tucano Aécio Neves em 2013, o primeiro telefonema que ela recebeu foi justamente do senador mineiro cumprimentando sua adversária na disputa, também em 2º turno, pela vitória nas urnas, ele ficará arrependido pelo que fez.

BATALHA

  • Ninguém pode negar que as eleições gerais deste ano para a Presidência da República, Senado, Câmara dos Deputados, Governos Estaduais e Assembleias Legislativas foi uma batalha muito difícil para todo mundo. Normalmente é assim mesmo que acontece, mas agora em 2018 a refrega eleitoral foi de esquentar o cabo do machete e em alguns momentos chegou a cheirar chifre queimado.

  • Nunca na história eleitoral brasileira houve tantas notícias falsas que agora chamam de fake news, acusações, prisões indevidas e fora de época (caso de André Puccinelli) como agora, onde prevaleceu a tal "delação premiada", a grande estrela do Judiciário, Ministério Público e Polícia Federal.

MENOS PARTIDOS

  • Todavia um dos pontos positivos desta eleição será o desaparecimento de vários partidos políticos, principalmente alguns nanicos absolutamente sem expressão. Pelo visto a acomodação partidária no país depois do resultado do segundo turno vai ser um tiro no pé com bala de borracha. Vem muitas mudanças e novidades por aí.
  • Sexta-feira passada eu estive em alguns lugares públicos e o papo era só Bolsonaro e pau no Haddad. Eu ficava na minha só ouvindo aquilo que a rapaziada falava, mas tudo na base da paz e amor.

  • Falar a verdade, eu fiquei mesmo tiririca e bufando de bravo com o erro grosseiro e lamentável que saiu na primeira página do jornal por descuido ou ineficiência do digitador. Numa das chamadas a palavra destaca foi substituída erroneamente por "destaqua". Pedimos desculpas aos nossos exigentes leitores.

ZÉ DA VIOLA

  • Semana passada o primeiro suplente de deputado federal pelo PSL de Mato Grosso do Sul, o conhecido Zé da Viola me telefonou de Campo Grande pelo toque que eu dera nesta coluna sobre a possibilidade da sua candidatura a prefeito em 2020, em razão da sua proximidade com as urnas nesta eleição. Ele não descartou essa possibilidade.

  • Outro candidato que não se elegeu, mas demonstrou que é bom de voto e esta semana visitou o Jornal de Notícias é o empresário Ronaldo Franco (Patriota). A respeito de uma possível candidatura a prefeito ele respondeu com outra pergunta: - Quem não quer ser candidato a prefeito da sua cidade?

J. N. Oliveira

jndeoliveira@jnnoticiaspp.com.br

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